Curta!

Mostrando postagens com marcador autor j. modesto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador autor j. modesto. Mostrar todas as postagens

[DIVULGAÇÃO] Joelma: antes da escuridão - J. Modesto

12 julho 2018

Olá, viajantes!

Hoje é dia de divulgação e eu venho apresentar pra vocês mais um livro do nosso autor parceiro J. Modesto. Desta vez, história e ficção se misturam para criar um enredo eletrizante que vai prender o leitor do início ao fim!

Tragédia do edifício Joelma é revisitada em ficção

JOELMA
TÍTULO: Joelma - Antes da escuridão
AUTOR: J. Modesto
EDITORA: Livrus
ANO DE LANÇAMENTO: 2014
NÚMERO DE PÁGINAS: 272 páginas
ISBN: 978-85-8360-017-6
COMPRAR
SINOPSE:
 Em 1974, uma das mais modernas e imponentes construções da cidade de São Paulo ardeu em chamas, num dos mais traumáticos incêndios de que se tem notícia. As chamas teriam supostamente começado, de forma misteriosa, em um aparelho de ar condicionado. Espalharam-se rapidamente, vitimando centenas de pessoas, e provocando mais de 190 mortes. A fama de edifício amaldiçoado perdurou desde então, mas o que poucos sabem é que sua aura, que impregnou suas paredes de concreto, teve início muito tempo antes. Conheça, agora, os fatos que deram origem ao chamado Enigma do Edifício Joelma. A maior Lenda Urbana da capital paulista.
Em 1974, o Brasil sofreu uma de suas maiores tragédias com o incêndio do edifício Joelma, supostamente iniciado em um ar condicionado. Mas o terreno do prédio já é amaldiçoado há tempos. É partindo deste pressuposto que J. Modesto mistura ficção e realidade em Joelma: Antes da Escuridão, thriller de tirar o fôlego publicado pela editora Livrus.

Neste livro o autor explora a origem da lenda que envolve de um edifício que foi construído sobre um terreno que foi cenário um triplo homicídio, que ficou conhecido na época como “Crime do Poço”. Cerca de trinta anos antes do incêndio no edifício Joelma, seres malignos provenientes do inferno querem dominar a Terra. Para isso, precisam que Paulo construa um poço, ao passo em que devem combater dois padres, uma freira, um delegado e Gilberto, poderoso médium, que farão de tudo para livrar a Terra deste mal.

"Padre Antônio não tinha tempo a perder. Precisava fazer com que o Bispo o recebesse, mas a autoridade eclesiástica parecia evitá-lo. Passando pela sacristia, não deu atenção a nada nem ninguém que encontrou pelo caminho. Seu objetivo principal era apanhar alguns documentos e gravações que fizera da pequena Marina e levar até seu superior na tentativa de convencê-lo de que a menina realmente estava possuída por um demônio, precisando desesperadamente de um exorcismo."

As histórias de todos são cruzadas, desde o delegado Afonso, que deve encarar um criminoso que parece não ter medo da Lei e, ao mesmo tempo, proteger sua família, até Paulo, professor meio perturbado e que não suporta suas irmãs e mãe. J. Modesto consegue unir todas estas teias de história em uma só, criando uma onda de grande suspense e terror. O livro conta com uma belíssima capa que ilustra a ficção criada por Modesto. Dentro da obra há ainda uma ilustração do demônio que se manifesta na história e fotos reais na contracapa que se ligam à trama.

Em Joelma – Antes da Escuridão, J. Modesto leva o leitor ao ápice da imaginação. O autor vai na contramão dos livros tradicionais, que relatam acontecimentos, e explora os elementos da ficção e do terror, utilizando locais e dados reais, sem pretensão de apresentar fatos que inocentem ou culpem os envolvidos nos episódios verídicos que aconteceram no final da década de 1940.

E aí, curiosos? Eu estou, com certeza! Em breve trago pra vocês a resenha com as minhas impressões desse e de outros livros do autor, é só aguardar. Até a próxima postagem, viajantes!

[DIVULGAÇÃO + ENTREVISTA] Autor J. Modesto

10 maio 2018

Olá, viajantes!

Como vocês já sabem, teremos entrevista e divulgação do nosso autor parceiro J. Modesto todo mês, pra apresentar as obras para os nossos leitores. Em breve vocês vão conferir as resenhas de todas elas, mas enquanto isso não acontece que tal se inteira sobre o universo de mais um dos títulos publicados pelo escritor? Conheçam agora Anhangá - A Fúria do Demônio!

Anhangá - A Fúria do Demônio

TÍTULO: Anhangá - A Fúria do Demônio
AUTOR: J. Modesto
EDITORA: Giz Editorial
COMPRAR
SINOPSE: 300 anos antes do descobrimento, um naufrágio no litoral brasileiro traz para o mundo ainda não explorado um demônio que logo será conhecido pelos nativos como Anhangá. Um feiticeiro mouro, único sobrevivente da tripulação da nau que trouxe o demônio aprisionado, um poderoso pajé e guerreiros de tribos rivais formam uma aliança para derrotar a criatura, sabendo que a morte os aguarda!

Crenças indígenas e folclore são inspirações para livro nacional 
Anhangá se passa 300 anos antes do descobrimento do Brasil.

Em busca de recordar a riqueza cultural do Brasil antes mesmo dessas terras serem descobertas e receberem este nome, o escritor J Modesto mergulhou em pesquisas sobre os índios, leu sobre Padre José de Anchieta e sobre os Tupinambás e estudou a gramática de Tupi-Guarani para construir o livro Anhangá – A fúria do demônio.

Inspirado pelo ilustríssimo Monteiro Lobato, Modesto quis escrever uma história mais adulta com as lendas do folclore nacional que até então haviam sido exploradas com o público infantil. 
No livro, uma caravela que traz consigo uma carga maléfica naufraga na costa de um mundo ainda inexplorado deixando livre um demônio poderoso que irá transformar um paraíso tropical num inferno sobre a terra. Para deter o ser maligno, um poderoso Pajé, juntamente com um feiticeiro mouro (único sobrevivente do naufrágio) e guerreiros Tupiniquins se unem para combater o demônio.

Uma das características adotadas para tornar a história um pouco mais adulta foi mesclar ficção com dados históricos. E o autor J Modesto conta a experiência: “Foi bem difícil, principalmente porque tive que alinhar a imaginação com fatos e evidências históricas sem descaracterizá-las, o objetivo era criar uma história fictícia que se encaixasse em fatos históricos já conhecidos”.

Publicado pela Giz Editorial, Anhangá é um livro o qual coragem, magia e sobrenatural se misturam. Ação, aventura, terror e suspense mostram suas garras nesta trama que narra uma batalha épica em um Brasil ainda por nascer.

Querem saber ainda mais sobre o livro? Fiquem com as palavras do próprio autor, na entrevista que ele concedeu ao blog!

1) Qual o enredo do livro?

O enredo é basicamente a lute entre o bem e o mal, e há a união de forças entre antagonistas para combater um mal ainda maior.

2) De onde surgiu a ideia para a história?

A ideia do enredo de Anhangá surgiu da vontade que tinha de escrever alguma coisa sobre o folclore brasileiro, mas sob uma perspectiva adulta. Como não quis escrever novamente sobre vampiros, decidi por em pratica o projeto de Anhangá.

3) O cenário da narrativa é mais uma vez brasileiro, e sabemos o quanto você, como autor, valoriza isso. Apesar disso, esse é um livro que envolve a história do país. Isso envolveu muita pesquisa, como se desenvolveu essa parte da trama?

As pesquisas duraram mais de oito meses e o texto foi reescrito várias vezes. A maior dificuldade foram as pesquisas, principalmente sobre os nossos índios. Encontrei um material escrito por Florestan Fernandes que discorria sobre a organização social dos Tupinambás e penso que poderíamos ter mais informações sobre esses povos. Com várias alterações, o livro teve 11 versões até ser concluído.

4) Um ponto bastante interessante nesse título, na minha opinião, é que ele não tem apenas um protagonista. Além disso, um dos elementos principais é um demônio, um ser mítico e envolvido por muitas lendas. Como aconteceu a criação desse personagem?

Bem, deixe-me ver como vou responder sua pergunta sem dar spoilers.  Anhangá, apesar de não ser um demônio na mitologia indígena, mas sim um dos seus deuses, que foi erroneamente equiparado ao diabo, pelos jesuítas, não carrega o mal como ele é concebido pela igreja. Então tive que resolver isso de uma forma criativa. Como fiz isso, bem, aí vão ter que ler o livro, rs.

5) Para você, qual foi a parte mais difícil da escrita deste livro, em especial?

Ele todo, por diversos motivos, dentre os quais já revelei alguns: A falta de informação sobre a vida e organização dos indígenas, lendas indígenas descritas de forma sucinta e simplória e dificuldades de encontrar coisas sobre a língua Tupi-Guarani. Some-se a isso a dificuldade de utilizar uma narrativa semelhante a feita em Trevas, tendo que me ater a uma mais clássica e focar na aventura.

6) Qual a grande diferença (se ela existe) entre Anhangá – A Fúria do Demônio e os outros títulos escritos por você?

É, de longe, o mais brasileiro de todos.

7) Esse é um livro que mistura diversos elementos culturais e históricos da trajetória do Brasil. Como foi lidar com outras culturas, das quais não temos tanto conhecimento quanto desejado, dentro do livro?

Foi bem difícil, principalmente porque tive que alinhar a imaginação com fatos e evidências históricas sem descaracterizá-las. O objetivo era criar uma história fictícia que se encaixasse em fatos históricos conhecidos. 

8) Existiu uma parte em que você mais se divertiu ou se emocionou na escrita do livro? Se sim, qual foi?

Sim, a batalha final entre o demônio e os deuses, que se aliaram aos protagonistas (Iara e Curupira). 

9) O que o público pode esperar de Anhangá – A Fúria do Demônio?

Uma nova visão sobre os índios e suas crenças, se divertindo com uma história genuinamente brasileira e, quem sabe, sentir um pouquinho mais de amor pelo nosso país, que está precisando muito.

10) Deixe uma mensagem aos leitores.

Agradeço a todos a oportunidade e espero encontrar os leitores, fãs ou não, para um bate-papo, assim que possível. Um grande abraço!

Curiosos? Eu estou! Não vejo a hora de ler o livro e vir correndo contar tudo pra vocês (sem spoilers, claro!). Até a próxima, viajantes!

[ENTREVISTA] Autor J. Modesto

26 março 2018

Olá, viajantes!

Como vocês viram no post anterior, o blog firmou parceria com mais um autor nacional, J. Modesto, e estamos muito felizes com isso. A cada mês vocês terão uma obra do autor resenhada aqui no LV, então fiquem ligados! Antes da resenha, é interessante que vocês conheçam não só a obra a ser lida no respectivo mês, mas também um pouco de como foi o processo de escrita desse livro para o autor. Assim, nossos viajantes tem a oportunidade de conhecer mais a fundo o título do qual estamos falando e o próprio escritor. Vamos, então, começar a viagem!

Autor se inspira em cinema e super-heróis para escrever terror

Trevas mistura realidade e ficção e resgata o mito do vampiro. O livro Trevas narra a história de um embate de forças antagônicas e se destaca pelo modo como essa luta é feita. Os personagens se unem para enfrentar um mal maior e o texto é trabalhado em um formato para parecer que o leitor está assistindo a um filme. Escrita por J Modesto e publicada pela Giz Editorial, a obra foi lançada em 2006 e registrou sucesso de vendas no lançamento.

Para escrever Trevas, o autor se inspirou em suas experiências e também realizou pesquisas para construir esse livro. Para o autor este livro traz muito de sua essência e de seu gosto por HQs, histórias policiais e de terror. Nessa história Modesto passa a mensagem de que a vingança contra algo ou alguém pode existir, mas que isso trará consequências. Uma trama que prende o leitor do início ao fim e possui personagens bem construídos e que instigam a vontade de ler.

Livro: Trevas
Autor: J Modesto
Editora: Giz Editorial
Gênero: Terror
Ano:  2006
ISBN:  8599822241
Encadernação: Brochura
Páginas:  288
Link para compra
Sinopse:
 O Sol ardente contribuía para irradiar a luz própria das igrejas da Cidade do Vaticano. Cenário ideal para uma misteriosa conversa entre o Cardeal Giglio e Sua Santidade, o Papa. Diante de um secreto dossiê, o Papa dá carta branca ao cardeal, para combater o Mal com o Mal. Perante tal contexto, não se iluda o leitor que está diante de uma mera ficção religiosa. O autor, J. Modesto reuniu neste livro suas diversas cenas de terror e suspense, e que, de forma inteligente contextualizou-as no submundo do tráfico de entorpecentes de São Paulo e Rio de Janeiro. Lugar no qual o bem e o mal, o certo e o errado, confrontam-se diariamente, mas do que se possa imaginar. Com esta mistura engenhosa de realidade e ficção, o leitor se depara frequentemente com a dúvida do que é ou não real.
Para aquele leitor curioso (que eu sei que no fundo todos somos), o autor J. Modesto gentilmente aceitou responder uma entrevista sobre a obra em questão, que vocês conferem na íntegra aqui embaixo.

1. Antes de falarmos sobre a obra, poderia fazer uma pequena apresentação aos leitores que ainda não conhecem sua escrita?

Claro! Sou Arquiteto e Urbanista, formado pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo, pós-graduado em Gestão Empresarial, palestrante, administrador de empresas há quase 35 anos e adoro literatura. Tenho como meus inspiradores escritores como Bram Stoker, Edgard Allan Poe, Stephen King, Clive Baker e o mestre dos mestres H. P. Lovecraft. Sou fã ardoroso de cinema e HQs.

2. Com relação à vontade de se tornar escritor, em que momento ela surgiu? Como se desenvolveu?

Gosto de escrever desde minha juventude. Tomei gosto pela leitura lendo os gibis da Turma da Mônica, e desde então não parei mais, evoluindo para as HQs da DC/Marvel e livros. Tive várias fases, indo desde literatura policial (Agatha Christie, Edgar Wallace, etc), passando por livros de aventura, em especiais aqueles que tinham como pano de fundo as artes marciais (James Olsen, James Clavel, etc), ficção cientifica (Issac Asimov) e tantas outras, até chegar ao terror. De um leitor ávido, passei a rabiscar alguns contos, até minha estreia, em 2006, com o Trevas.

3. Trevas foi sua primeira obra publicada. Qual foi o ponto de partida para a criação do livro? Como e quando a história começou a tomar forma?

O Trevas teve origem num pequeno conto, que escrevi na minha adolescência, mas que só foi ganhar corpo muitos anos depois. A narrativa, na verdade, foi inspirada em muitas coisas de que gosto e gostei na época. Pratiquei karatê por muitos anos, e gosto de artes marciais, como também gosto de cinema, literatura policial, HQs, em especial da DC e Marvel e, é claro, terror. Tudo isso o leitor encontrará no livro Trevas, então é difícil dizer o que o inspirou. Na verdade foi um conjunto de coisas e não uma história específica. O que posso te dizer de antemão é que não foi uma história de vampiro. O livro originalmente era sobre demônios, tanto que o título original era “Demônio Elemental”. O vampiro, que depois iria se tornar um dos protagonistas, entrou na história bem depois. 

4. Qual é o enredo de Trevas? De onde surgiu a ideia para ele?

O enredo de Trevas é bastante simples. Narra o embate de forças antagônicas, mas o que o difere dos demais é a forma como isso é feito. O destino acaba colocando personagens antagônicos como aliados para enfrentar um mal maior, personificado em um demônio elemental, que tem o poder de manipular o elemento terra. Todo o texto é escrito de forma a dar a impressão de estar assistindo um filme, possuindo cenas em que o leitor pode ter um breve vislumbre da mesma situação sob a ótica de vários personagens.

5. Quais as maiores dificuldades que você encontrou enquanto estava escrevendo?

A maior dificuldade que encontrei em Trevas  foi a obrigação de manter a coerência e verossimilhança da história. Mesmo sendo uma ficção, ela deve ser coerente. A história fluiu naturalmente, mas a revisão foi um pouco mais demorada, devido a que acabo de relatar.

6. Como os personagens foram construídos? De onde veio a inspiração para eles?

Como já disse antes, a inspiração, tanto para a construção da narrativa, quanto dos personagens, veio de minhas próprias experiências. Todas essas coisas que gosto, e já citei nas outras questões, estão presentes na história e, consequentemente, nos personagens.

7. No que se refere à lenda dos vampiros utilizada, por que a escolha dessas criaturas?

Sou bem tradicional quando se refere a lendas e costumo inovar pouco. Em Trevas o leitor irá encontrar vampiros bem próximos do vampiro clássico. Já a escolha passa por uma questão comercial. A história origina era sobre demônios. Por ser meu livro de estreia, e vampiros ter uma boa aceitação do público, o editor sugeriu que se incluísse um vampiro na história. A princípio ele seria um mero figurante, mas conforme a narrativa foi sendo reescrita, o personagem tomou uma dimensão bem maior do que o esperado e acabou se tornando um dos protagonistas.

8. O cenário da obra é em território brasileiro e traz também um caráter religioso. Isso influencia de alguma maneira na trama em si?

Não. A história poderia acontecer em qualquer parte do mundo, mas por ser brasileiro, quis valorizar o que é nosso. Porque uma história desse tipo não pode acontecer no Brasil? Só se for por puro preconceito, e isso em não tenho. Sou de uma época em que se estudava Educação Moral e Cívica nas escolas, e tenho um carinho muito grande por meu país. Se os grandes escritores narram historias que acontecem em seus respectivos países, por que não posso? Trevas veio para provar que posso e, ainda hoje, é meu título de maior sucesso e vendagem. Estou negociando uma terceira edição, agora pela minha atual casa editorial, a LIVRUS. O próximo passo é buscar alcançar as terras de além mar. Vamos ver se é possível.

9. O que os leitores podem esperar do livro Trevas?

Diversão e muitas surpresas.

10. Deixe um recado para nossos viajantes dos livros.

Antes de mais nada, gostaria de agradecer a oportunidade dada e convidar a todos a mergulhar no mundo fantástico de Trevas. Tenho certeza de que não irão se arrepender. Um grande abraço!

E aí, curtiram a postagem? O LV quer agradecer imensamente ao autor por ter topado essa entrevista, e esperamos que essa parceria renda lindas resenhas pra todos vocês, viajantes! Até a próxima viagem!

[PARCERIA] Autor J. Modesto

06 março 2018

Olá, viajantes dos livros!

A postagem de hoje é bastante especial, porque viemos anunciar mais uma parceria para o blog. Como vocês sabem, apoiar a literatura nacional sempre foi um grande compromisso do LV, e esse é mais um autor de terras brasileiras que entra à bordo para nossa viagem. Quero que vocês conheçam J. Modesto!


J. Modesto é paulistano, nascido em 1966 e formado em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Publicou o primeiro livro, Trevas, em 2006. Já em 2008, participou da antologia Amor Vampiro, junto com outros seis autores. Por conta desta obra ganhou o prêmio Codex de Ouro de melhor antologia em conjunto com os contos Amante Notívago e O Anjo e a Vampira. No mesmo ano lançou Anhangá – A Fúria do Demônio, que foi destaque na Bienal do Livro. Em 2011 o autor participou da coletânea Anjos Rebeldes e em 2012 da coletânea O Livro do Medo. As obras mais recentes do autor são Vampiro de Schopenhauer (2012), Joelma - Antes da escuridão (2014) e Vampiresa (2017). Modesto é fascinado pelos gêneros de terror e suspense, tem entre seus ídolos H.P. Lovecraft, Stephen King, Mary Shelley, Anne Rice e Edgar Allan Poe. Ele também histórias em quadrinhos, cinema e literatura fantástica, vem se tornando um ícone do gênero literário nacional. Em conjunto com outros autores fundou o site Fontes da Ficção.



O Sol ardente contribuía para irradiar a luz própria das igrejas da Cidade do Vaticano. Cenário ideal para uma misteriosa conversa entre o Cardeal Giglio e Sua Santidade, o Papa. Diante de um secreto dossiê, o Papa dá carta branca ao cardeal, para combater o Mal com o Mal. Perante tal contexto, não se iluda o leitor que está diante de uma mera ficção religiosa. O autor, J. Modesto reuniu neste livro suas diversas cenas de terror e suspense, e que, de forma inteligente contextualizou-as no submundo do tráfico de entorpecentes de São Paulo e Rio de Janeiro. Lugar no qual o bem e o mal, o certo e o errado, confrontam-se diariamente, mas do que se possa imaginar. Com esta mistura engenhosa de realidade e ficção, o leitor se depara frequentemente com a dúvida do que é ou não real.


Nos primeiros dias após a fundação da vila de São Paulo de Piratininga, o Padre Jesuíta José de Anchieta tenta acalmar um indiozinho aflito que se escondera no pequeno barracão do colégio. O medo do maléfico demônio Anhangá é o motivo do pavor do menino de pele avermelhada. Com todo o carisma que possuí, o jesuíta acolhe o pequenino enquanto a natureza, lá fora, demonstra toda a sua fúria através de uma tempestade que castiga impiedosamente a vila, sem saberem que o Mal está bem próximo. 




Até as suas convicções irão mudar! Arthur Schopenhauer foi um dos maiores filósofos alemães do século XIX. Seu pensamento era caracterizado por não encaixar-se em nenhum dos grandes sistemas de sua época. Ele introduziu o Budismo e o pensamento indiano na metafísica alemã. Ficou conhecido por seu pessimismo e sua visão sobre a Morte, a Imortalidade e o Divino, mexendo com os alicerces da Filosofia da época. Agora, imagine esse homem ranzinza e pouco sociável, no auge de sua fama e pouco tempo antes de sua morte, encontrando-se com um ser Imortal, com séculos de existência, avesso ao divino, cuja própria existência coloca em xeque os fundamentos de tudo que ele acredita.




Em 1974, uma das mais modernas e imponentes construções da cidade de São Paulo ardeu em chamas, num dos mais traumáticos incêndios de que se tem notícia. As chamas teriam supostamente começado, de forma misteriosa, em um aparelho de ar condicionado. Se espalharam rapidamente, vitimando centenas de pessoas, e provocando mais de 190 mortes. A fama de edifício amaldiçoado perdurou desde então, mas o que poucos sabem é que sua aura, que impregnou suas paredes de concreto, teve início muito tempo antes. Conheça, agora, os fatos que deram origem ao chamado Enigma do Edifício Joelma. A maior Lenda Urbana da capital paulista. 




Amor! Por ele, uma Condessa foi levada a se tornar uma criatura das trevas. E, em meio a essa sua nova existência, transformou-se uma predadora fria e cruel. Contudo, séculos depois, a condessa se depara com alguém muito mais poderoso, que, munido de sua Katana e de venenosas estrelas de prata, vem dizimando os inimigos naturais de sua raça, e, agora, volta sua atenção para os de sua espécie. Mas aquele antigo sentimento, que custara sua humanidade, retorna com toda a força, ditando o relacionamento confuso entre os oponentes. VAMPIRESA é uma eletrizante aventura, que passa pelo Japão feudal, visitando a Idade Média, e chegando aos nossos dias. Imperdível!

Minha relação com os vampiros, como alguns de vocês já sabem, vem desde muito cedo. Eu me interesso muito pela criatura, pelas lendas em torno dela, e por isso estou bem ansiosa pra conhecer as histórias desses livros. Agradeço ao autor pela confiança em nosso trabalho!

E vocês, já conheciam a obra do autor? Me contem tudo nos comentários! Até a próxima postagem, viajantes!