[NATAL GEEK] Wishlist Geek

Hey, pessoas!

O Natal Geek, projeto de blogagem coletiva do qual o blog está participando, continua com força total e hoje vocês vão conhecer (uma parte) da minha gigante wishlist geek! Partiu?

1) Edição comemorativa de Tolkien, da Darkside

TOLKIEN - LIMITED EDITION

Acho que quem me acompanha já sabe o quanto eu sou fascinada por esse homem e o quanto eu admiro a capacidade de escrita dele, por isso obviamente essa edição maravilhosa da Darkside não poderia sair do topo dessa lista. Desde que ela foi anunciada, já estou praticamente enlouquecendo pra ter a minha logo!

2) Funkos Stranger Things/Senhor dos Anéis

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Funko Pop Gandalf Funko Legolas - Senhor do Anéis

Funkos são as coisinhas mais fofas do universo, e lógico que eu tenho muitos desejos literários relacionados a eles, mais particularmente no que se refere a Stranger Things (quem não quer um Dustin?) e The Lord of the Rings (quem não quer um Legolas?).

3) Gift Box DC Comics

Gift Box DC Comics Projetor Batman Vs Superman

Quero todos os produtos desse site porque eles são maravilhosos, socorro! Mas essa gift box mexe com a minha cabeça, principalmente por causa dessa luminária linda! Tem até um cantinho separado pra ela no meu quarto!

4) HQ's do Batman

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A imagem é pra ilustração mesmo, e eu sei que são só três itens em cada postagem, mas eu não podia de citar as HQ's do Batman nessa wishlist! Todos que me acompanham sabem o quanto eu amo esse personagem, e as histórias em quadrinhos dele são meu sonho de consumo há algum tempo. Tenho, inclusive, um potinho de economias reservado exclusivamente pra isso, pra vocês terem uma mínima noção do tamanho do vício!

Lembrando que no blog das meninas participantes do projeto tem outros produtos pra preencher as listinhas de vocês também!


E vocês, também tem uma wishlist geek? Contem pra mim nos comentários! Beijos! 😚😚

[RESENHA] Pensei Que Fosse Verdade - Huntley Fitzpatrick

Hey, pessoas!

A postagem de hoje traz para vocês a resenha do livro Pensei Que Fosse Verdade, de Huntley Fitzpatrick, publicado pela editora Valentina aqui no Brasil. Se vocês acompanham o blog, sabem que essa resenha faz parte da leitura coletiva organizada pela editora Valentina do livro, e, sim, ela já devia ter sido postada há algum tempo, então peço desculpas a vocês e à editora, ok? Agora sem mais delongas, vamos lá!

Pensei que Fosse Verdade

TÍTULO: Pensei que Fosse Verdade
AUTOR: Huntley Fitzpatrick
EDITORA: Valentina
NÚMERO DE PÁGINAS: 336 páginas
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SINOPSE:
Gwen Castle nunca quis tanto dizer adeus à sua ilha natal quanto agora: o verão em que o Maior Erro da Sua Vida, Cassidy Somers, aceita um emprego lá como faz-tudo. Ele é um garoto rico da cidade grande, e ela é filha de uma faxineira que trabalha para os veranistas da ilha. Gwen tem medo de que esse também venha a ser o seu destino, mas, justamente quando parece que ela nunca vai conseguir escapar do que aconteceu – ou da ilha –, o passado explode no presente, redefinindo os limites de sua vida. Emoções correm soltas e histórias secretas se desenrolam, enquanto Gwen passa um lindo e agitado verão lutando para conciliar o que pensou que fosse verdade – sobre o lugar onde vive, as pessoas que ama, e até ela mesma – com o que de fato é.

    

Gwen Castle é uma garota normal que vive com sua família na ilha de Seashell. Toda sua vida gira em torno do lugar: seu irmão mora ali, e ele precisa tanto ou mais dela do que sua mãe; seu pai toca uma sorveteria na cidade e seu primo Nic, que ela ama com todas as forças, também vive ali, isso sem falar na sua melhor amiga Viv. Um porém, no entanto, existe, como sempre: Gwen quer sair dali o mais rápido possível. Um segredo do passado ainda a assombra, e depois que Cassidy Somers, mais conhecido como seu pior erro, consegue um emprego como faz-tudo da ilha durante o verão, o sumiço parece a solução mais viável. O que Gwen não imaginava é que havia ainda muitas aventuras reservadas para ela naquele lugar paradisíaco, e aquele verão era a prova disso, e que isso mudaria o rumo de tudo que ela aceitava como verdade e do modo com ela olhava para si mesma.

Pensei que Fosse Verdade é um livro incrível pela sua simplicidade. Não existe uma trama extremamente complexa aqui, mas sim uma narrativa sobre relações humanas e tudo que elas acabam trazendo consigo. E não há nada melhor do que isso por dois motivos principais: primeiro, isso dá mais veracidade à história, faz com que ela se torne mais real para os leitores, o que se liga diretamente ao segundo ponto positivo da trama, que é conquistar o leitor exatamente com aquelas questões que ele conhece, com situações que ele pode muito bem ter vivido ou viver no decorrer da sua própria vida. Dos dois jeitos, o envolvimento do leitor com a narrativa se torna forte, a ligação que a autora constrói entre o mundo imaginado por ela e aquele conhecido pelo público é praticamente indestrutível.

Gwen foi a personagem mais ambígua pra mim e também a que me despertou sentimentos mais contraditórios no decorrer da trama. Eu entendo que ela seja uma adolescente que esteja passando por uma crise de identidade, que tudo que ela já viveu acabe interferindo na sua personalidade e que sua família talvez não seja das mais normais, mas havia horas na história que eu sentia uma imensa vontade de socar a cara dela. E eu me explico: a Gwen é daquele tipo de pessoa que tem pena de si mesmo. Não que isso a impeça de ir além dos seus limites, acontece que esses “limites” são estipulados por ela mesma, e ela faz questão de reforça-los a cada segundo da narrativa. Como o livro é narrado por ela, a perspectiva da personagem é quem nos guia por entre as várias relações e história paralelas que se desenvolvem ali, e essa pressão constante que existe por parte da protagonista de se colocar como “coitadinha” é um pouco irritante. Mas, por mais estranho que pareça, eu me identifiquei inclusive com isso nela. Sim, porque eu já fui adolescente (e por sinal, não faz muito tempo) e também já tive essa fase de colocar os meus dramas pessoais acima de qualquer coisa, e dar a importância de uma catástrofe mundial para cada um deles. Por isso a personagem ficou contraditória pra mim: ao mesmo tempo em que eu gostaria de dar uma sacudida nela pra que ela acordasse pra vida, também sentia vontade de abraça-la e dizer que eu sei muito como é isso.

Cassidy é um verdadeiro sonho: carinhoso, extremamente gentil, bem-humorado, educado e toda essa infinidade de qualidades que as mães fazem questão de destacar nas conversas sobre genros ideais. Mas o que mais me impressiona no Cass, além da sua persistência com a Gwen (ô, menina complicada, viu?) é o modo como ele trata os outros, especialmente o irmãozinho da Gwen, Emory, que necessita de um tipo de atenção diferente das crianças consideradas normais: Cass é incrivelmente paciente com ele e tem uma maneira de se comunicar com o garoto muito particular e exclusiva deles, e é lindo ver a forma como Emory acaba se apegando a ele e ele ao Emory, ao mesmo tempo. Se eu fosse a Gwen, só isso já me conquistaria!

Por falar em Emory, o garotinho ganhou meu coração e está no topo das minhas personagens literárias favoritas. A forma com que ele encara o mundo, as pessoas, tudo que acontece ao seu redor é, sim, infantil, mas é mais que isso: é positiva, emana alegria; é mágico acompanhar o mundo pelo olhar de Emory. Isso sem comentar todas as risadas que ele me fez dar durante o livro, todas as lágrimas que eu derramei por ele e todas as situações hilárias que ele protagoniza. Emory me ensinou que, apesar de todos os cuidados que ele parece necessitar, na verdade é ele quem dá aula e nos ajuda a melhorar como pessoas, como seres humanos.

Nic e Viv são o casal perfeito da história. Conhecem-se desde pequenos, gostam um do outro, se respeitam e parecem ter sido feitos pra ficar juntos. Mas ao mesmo tempo, durante toda a história, pelo menos pra mim, uma sombra de desconfiança pairou no relacionamento dos dois. Porque nada no quesito relacionamentos é perfeito, muito pelo contrário: sempre existem dúvidas, brigas, chutadas de balde, idas e vindas, confusão; todas essas coisas são normais e acabam fazendo com que o casal amadureça seus sentimentos e suas próprias certezas e personalidades. Não é que não existem divergências entre o Nic e a Viv, mas elas são poucas, e são sempre resolvidas num piscar de olhos, e isso não me pareceu real em nenhum momento. Mas existe um porquê nisso também, e esse porquê foi a maior surpresa que eu podia ter na história. Mas sem spoilers, peoples: assim que lerem, também vão entender essa afirmação, e eu digo que ela foi a sacada mais genial da autora nesta narrativa!

A senhora E. foi outra das personagens que me conquistaram. É com ela que Gwen passa a maior parte do tempo, visto que foi contratada para cuidar e fazer companhia à senhora. Mas na verdade, ocorre o oposto: a senhora E. é uma velhinha animada, fã de romances de época daqueles bem calientes, mas acima de tudo é sábia e protetora. Ela não só toma conta de Gwen, mas a auxilia a pensar sobre várias questões que envolvem sua vida na ilha, seu relacionamento familiar, sua pseudo-relação com Cass e o rumo que ela deve seguir. A senhora E. é uma das grandes responsáveis por Gwen tomar a direção da própria vida e, aos poucos, amadurecer e evoluir.

Em termos de reviravoltas, o livro é bastante linear durante a maior parte da narrativa, que se centra no casal Gwen e Cass mas também tem outras várias histórias paralelas acontecendo ao redor dessa relação, que são tão importantes quanto os protagonistas, o que eu achei incrivelmente inteligente por parte da autora, já que torna o livro menos monótono e instiga o leitor a avançar nas páginas. Para mim pelo menos, como leitora, um simples romance não é suficiente para fundamentar uma trama inteira. Precisam existir outros elementos além desse, e aqui isso acontece, e muito, aliás. Mais para o final do livro, como era o esperado, as respostas para as questões que a trama suscita aparecem, e a grande reviravolta do enredo acontece. Confesso que a autora conseguiu me surpreender com a mudança brusca na trama, e isso foi o que eu mais curti na leitura, a capacidade da história de se renovar e me deixar surpresa.

Ao final do livro, o sentimento é um só: é fácil aprender lendo. Fitzpatrick consegue nos transmitir com essa trama muito mais do que o proposto, consegue nos arrancar muito mais do que suspiros. Com a Gwen, aprendemos que nem sempre é simples e fácil sermos nós mesmos, mas que para mudarmos é preciso antes de tudo aceitar nosso jeito, nossos defeitos, manias e imperfeições, exatamente como elas são. Com Cass, aprendemos que vale a pena insistir em quem se ama, mesmo que seja preciso provar que estamos dispostos a lutar por esse sentimento. Com Nic e Viv aprendemos que nem tudo é o que parece, e que um relacionamento realmente sólido não depende do tempo, e sim do quanto conhecemos e entendemos o outro ao nosso lado, que é preciso amadurecer juntos pra fazer tudo dar certo e que as divergências são uma etapa nessa construção. Com Emory, aprendemos a valorizar cada pequeno momento, cada simples coisa que acontece e torna nosso dia mais feliz, cada pessoa que nos faz sentir especiais. Pensei que Fosse Verdade não é apenas um romance entre dois adolescentes: é uma história simples, mas que ensina muito. Basta ao leitor vontade de aprender, e sensibilidade para ir além daquilo que as páginas trazem e reconhecer o que as entrelinhas nos dizem.

Espero que tenham curtido a resenha, e se já leram o livro me contem suas impressões nos comentários! Beijos! 😚😚

[NATAL GEEK] Filmes de Natal

Hey, pessoas!

A segunda postagem do Natal Geek já está no ar e nela vocês vão conferir dicas de filmes para passar essa época natalina no sofá com a família inteira! Vamos lá?

1) Edward Mãos de Tesoura (1990)


Um clássico dos cinemas, com nosso querido Johnny Depp interpretando o protagonista, o filme tem tudo a ver com esta época do ano, visto que ela não serve só de cenário para ele, mas é também a porta de entrada para a história, visto que tudo começa com a bela senhorinha contando a sua neta porque sempre neva no Natal. Tim Burton assina esse longa, e ele é uma linda metáfora sobre aceitação e amor, apesar de qualquer diferença.

2) O Estranho Mundo de Jack (1993)


Como fã de animações, obviamente eu ia encaixar alguma nesta lista também! E vou dizer que é bastante merecido: O Estranho Mundo de Jack é um daqueles filmes que te deixa vidrado na TV! Com o clima natalino envolvendo toda a história, a grande magia do longa está em sua mensagem, atemporal e acolhedora: todos nós temos um lugar nesse mundo enorme, por mais perdidos que possamos nos sentir!

3) O Grinch (2000)


Essa é minha indicação de todo ano, porque todos precisam ver esse filme na minha opinião! Além de ser extremamente animado e divertido, O Grinch tem personagens incríveis e marcantes e é uma sátira muito bem feita sobre a redoma que interesses e preconceito que envolve as relações humanas. A mensagem final, como de costume, é mágica e nos afeta de forma direta: todos nós merecemos ser amados e valorizados, independente das diferenças que carregamos conosco. Imperdível para todos os públicos!

Nos outros blogs participantes você encontra mais indicações tão incríveis quanto estas!


Espero que tenham curtido o Top 3 e aproveitem muito os filmes! Beijos! 😙😙

[NATAL GEEK] Top 3: Livros natalinos

Hey, pessoas!

Até dia 15 deste mês vocês vão acompanhar aqui no blog postagens do Natal Geek, um projeto de blogagem coletiva criado pela Glaucia, do blog Leitora It, em parceria com outros sete blogs literários. O projeto vai acontecer em formato top 3, e cada dia terá uma temática diferente que se relaciona ao período natalino e ao universo Geek.

O primeiro tema é livros, e eu escolhi três títulos que eu curto que de alguma forma possam ser associados ao Natal! Acompanhem as minha indicações abaixo e preparem suas leituras para essa data que enche o coração de todo mundo de amor e ternura!


1) Deixe a Neve Cair

Livros para ler no Natal

Selecionei esse livro porque ele é diferente de todos os outros possíveis da lista: é um livro de contos, escritos por John Green, Lauren Myracle e Maureen Johnson. Os contos se passam todos num cenários natalino, e tem uma mensagem linda por trás. Livro ideal para presentear aquele seu amigo que ainda não entende o quanto ler é maravilhoso e que você tanto tenta iniciar nesse mundo literário.


2) Uma Chance Para Recomeçar
Livros para ler no Natal

Este é um livro sobre uma garotinha que precisa de uma família, um homem que perdeu sua esposa e o quanto a vida destes dois podem mudar com a magia do Natal. Acolhedor, envolvente e cheio de amor, esse é um livro para te arrebatar do início ao fim, para te fazer rir, chorar e repensar qualquer conceito sobre as relações humanas que você possuir!

3) Cartas ao Papai Noel
Cartas do Papai Noel

Tolkien é o grande amor literário da minha vida, e este é um livro que só fez minha admiração por esse homem aumentar. Aqui, todas as cartas que Tolkien escrevia para seus filhos passando-se pelo bom velhinho estão reunidas, e a lindeza dessa compilação é algo que só quem lê consegue compreender. Uma obra mais do que indicada para toda e qualquer idade!


Impossível não gostar ainda mais do Natal quando ele envolve livros, certo? Cada um desses foi pensado para agradar a vocês, viajantes queridos, e espero que eles cumpram a proposta! No blog das outras meninas participantes do Natal Geek vocês encontram mais indicações para encher seu Natal de palavras e alegria!





















Espero que vocês tenham curtido o post, e aguardem, porque vem mais novidades por aí! 😚😚

[TAG ESPECIAL] Halloween com o Norte

Hey, pessoas!

Sobrevivi ao meu projeto de mestrado e agora estou de volta pra vocês, podem comemorar! No dia mais trevoso do ano, obviamente não poderia faltar uma postagem especial, e esta é ainda mais incrível por dois motivos: primeiro por ser uma tag que comemora o Halloween conosco, e segundo porque é baseada no livro A Filha do Norte, da autora Luisa (linda) Soresini, que já tem resenha por aqui e é um dos meus queridinhos na estante! Curiosos? Então vem comigo conhecer minhas respostas!

1. Michelle, a medrosa: Todos nós sabemos que o maior medo da Michelle, protagonista de A Filha do Norte, são aranhas. Tanto que ela tem mais medo dela do que de certas pessoas suspeitas... E você qual é seu maior medo?

Meu maior medo é com certeza lugares fechados e/ou apertados! Para quem não sabe, sou claustrofóbica desde muito pequena, e nada nesse mundo me assusta mais do que a perspectiva de ficar trancada em algum espaço por muito tempo.

2. Carl, o travesso: Carl é o Rei das Travessuras, tanto que tenta armar uma grande armadilha para Michelle. E você, se fosse para pregar uma peça em alguém, o que você faria?

Eu não sou uma pessoa de pregar peças, minhas brincadeiras giram mais em torno de frases divertidas que tem como protagonistas minhas próprias trapalhadas (que não sou poucas, aliás!). Mas entrando no clima de Halloween, acho que uma sacada bacana seria ligar para um dos seus amigos e tocar o terror, tipo naquele filme O Chamado. Tá vendo, gente, sou péssima no quesito criatividade!

3. Frank, o criador de monstros: Frank, cientista maluco, está pensando em transformar você em um monstro, que monstro você gostaria de ser e por quê?

Eu adoraria me transformar em um abominável homem das neves fofinho pra fugir desse calor que tem feito por aqui! Me ajuda, Frankizinho!

4. Luka, o bruxo: Luka irá lhe ensinar um feitiço. Qual você gostaria de aprender e por quê?

Eu ia amar aprender o truque da invisibilidade, pra poder sair de fininho daquelas broncas que a minha mãe insiste em dar toda vez que compro livros novos!

5. Christofer, o invisível: Tem momentos que você gostaria de sumir do mapa. Conte para o Christofer qual é o momento mais constrangedor da sua vida, que vez você querer ficar invisível?

Como a pessoa atrapalhada que eu sou, existiram muitos momentos em que eu gostaria de ter me teletransportado pra uma dimensão alternativa ou cavado um túnel daqui até o Japão de tamanha vergonha. Acredito que um dos momentos em que essa vontade chegou mais forte foi o dia em que deixei cair o prato no restaurante aqui da universidade e, ao me abaixar para juntá-lo do chão, me desequilibrei e caí com tudo. As cabeças virando pra ver meu espetáculo me causam pesadelos até hoje, mas eu ainda consigo rir de mim mesma sempre que lembro do episódio, então, saldo positivo!

6. Ethan, o inteligente: Ethan precisa de novas indicações de autores para colocar na sua coleção de livros sombrios. Quais vocês indicam a ele?

Ethan, meu querido, você falou com a pessoa certa, sou apaixonada por livros do tipo sombrio! Eu com certeza te indicaria dois autores, seguindo a linha nacional e internacional: Raphael Montes, que pra mim é dos melhores autores brasileiro de terror/horror e o mestre Stephen King, que, além de ser meu autor preferido, tem uma escrita difícil de esquecer e enredos macabros e maravilhosos!

7. Wolf, o solitário: Wolf está sozinho na floresta e precisa de algum animal para auxiliá-lo no caminho. Qual você sugeriria para ele e por quê?

Não sendo nem um pouco original, eu indicaria um cachorro, mas tenho boas razões pra isso! Em primeiro lugar, eles são ótimos farejadores e encontram o caminho com certeza se em algum momento o Wolf acabar perdido pela floresta. Segundo: os bichinhos são companhias incríveis, e são leais até o fim, então sem sombra de dúvidas o Wolf não ficaria sozinho em momento nenhum. E além de tudo isso, a fofura e a alegria que eles nos transmitem não pode ser comparada a nenhuma outra sensação do mundo! Cachorros são simplesmente os melhores!

8. Danton, o galã: Danton quer convidar só os mais poderosos do mundo para uma festa de Halloween. Quem ele deveria chamar e por quê? (Valem pessoas vivas e mortas)

Obviamente o Danton deveria começar sua lista pelo Drácula, afinal o cara é o original de toda a espécie vampírica! Seguindo essa seleção poderosa, poderiam aparecer Percy Jackson, com toda sua bravura e coragem de semi-deus, além de Gandalf, o mago incrível e extremamente sábio, e ainda a linda e suprema Mulher-Maravilha!

9. Elza e Meredith, as procuradoras: Elza e Meredith, as bruxas, vão usar seus procuradores para achar algo que você perdeu. O que seria?

Sou muito esquecida com relação a 'onde coloquei determinado objeto', então provavelmente eu iria precisar muito desses instrumentos maravilhosos das bruxas, principalmente nas ocasiões em que eu não lembro nem por decreto onde deixei meu telefone! Falando nisso, cadê ele agora?

10. Mina, a estilista: Mina vai deixar você escolher uma fantasia para entrar na festa do Danton, qual você gostaria?

Antes de mais nada, me sentiria extremamente honrada em ser convidada, principalmente se o convite viesse do Danton, já que não é de todo mundo que ele gosta! Por esse motivo, capricharia no visual, e acho que a minha fantasia escolhida seria de uma 'Frankenstina' cheia de graça, pra combinar com meus parafusos soltos!

E aí pessoal, curtiram a tag? Eu amei responder as perguntas, confesso que muitas delas me pegaram de surpresa! Me contem quais seriam as suas respostas nos comentários e até uma próxima postagem! Beijos!