[NAS TELAS] Planeta dos Macacos - A Origem





Hey, pessoas!

Hoje é dia de Nas Telas, e eu trouxe para vocês 
um filme que está na lista dos meus favoritos: 
Planeta dos Macacos - A Origem
Muita ação e ficção científica de qualidade, 
o filme é uma ótima pedida para qualquer hora. 
Vamos conferir?


TÍTULO: Planeta dos Macacos - A Origem
ANO DE LANÇAMENTO: 2011
PAÍS DE ORIGEM: Estados Unidos
DISTRIBUIDORA: Fox Filmes
DURAÇÃO DO LONGA: 105 minutos
SINOPSE: San Francisco. 
Will Rodman (James Franco) é um cientista 
que trabalha em um laboratório onde são 
realizadas experiências com macacos. Ele está
interessado em descobrir novos medicamentos para a cura do mal de Alzheimer, já que seu pai, Charles (John Lithgow), sofre da doença. Após um dos macacos escapar e provocar vários estragos, sua pesquisa é cancelada. Will não desiste e leva para casa algumas amostras do medicamento, aplicando-as no próprio pai, e também um filhote de macaco de uma das cobaias do laboratório. Logo Charles não apenas se recupera como tem a memória melhorada, graças ao medicamento. Já o filhote, que recebe o nome de César, demonstra ter inteligência fora do comum, já que recebeu geneticamente os medicamentos aplicados na mãe. O trio leva uma vida tranquila, até que, anos mais tarde, o remédio para de funcionar em Charles e, em uma tentativa de defendê-lo, César ataca um vizinho. O macaco é então engaiolado, onde passa a ter contato com outros símios e, cada vez mais, se revolta com a situação.

O filme é uma ficção científica, dirigida por Rupert Wyatt. É baseado na obra de Pierre Bouile (La planète des singes), sendo um reboot (recomeço) da série de filmes originais de 1972, e reiniciando a franquia. Tem o enredo similar ao quarto filme da série original, mas não é uma refilmagem direta. Foi um sucesso de público e crítica, o que o levou a ser indicado ao Oscar de Melhores Efeitos Especiais, concorrendo com clássicos como Harry Potter e Transformers. Estreando o filme, como o macaco César, temos Andy Serkis, e ainda James Franco como Will Rodman.

No enredo, Will Rodman é um cientista, que busca a cura para a doença do Alzheimer, que atormenta seu próprio pai. Para isso ele cria uma droga, a ALZ-112, que é testada em cimpanzés. Quando Will finalmente obtém um resultado positivo sobre a droga em uma das chimpanzés, ela enlouquece no dia da apresentação, e precisa ser contida. Por azar do destino (ou sorte), a chimpanzé acaba morrendo, e o projeto do cientista é excluído. Porém, Will acaba descobrindo que toda a reação da fêmea foi para proteger o filhote, que a pouco estava esperando. Sem coragem de dar ao bebê macaco o mesmo destino de todos os outros chimpanzés que participaram da experiência, ele leva o filhote para casa, e o cria como se fosse um membro da família.



Para sua surpresa, conforme César (nome do filhote) cresce, desenvolve habilidades humanas e inteligência acima da média, o que faz o cientista concluir que as mutações geradas pelo ALZ-112 são hereditárias. Assim, ele cria coragem para testar a droga em seu pai, sem nenhum tipo de aprovação ou garantia. Felizmente, o homem fica curado da doença com uma única dose. Tudo ia bem na vida da família, mas após cinco anos os problemas começam a aparecer.



Seu pai começa a reapresentar os sintomas do Alzheimer, e, depois de uma confusão com a vizinhança, César tenta defendê-lo do vizinho, que para o animal representava perigo. Infelizmente, o vizinho acaba ferido, e César é mandado por ordem judicial para um abrigo, chefiado por John Landon (Brian Cox) e seu filho Dodge Landon (Tom Felton). Apesar das visitas constantes de Will e sua namorada Caroline Aranha (Freida Pinto), César não se sente bem naquele lugar, e aos poucos começa a perceber os maus-tratos e a situação precária a que seus irmãos símios são submetidos. Se dá conta assim da verdade: eles não são parte da família dos humanos.



A cada dia que passa, César se revolta ainda mais com toda aquela farsa. Paralelamente a isso, Will, ainda em busca de uma cura para seu pai, desenvolve uma nova versão do composto, o ALZ-113. Porém, descobre que a nova droga dá uma inteligência surreal aos símios, mas tem efeito oposto nos humanos. A droga é roubada por César, que então volta ao abrigo e a distribui a seus companheiros, o que permite a fuga dos macacos do abrigo. Assim, os símios começam uma revolução para reivindicar seu lugar no planeta. O vírus se espalha entre a população, e César passa a viver com sua espécie no Parque das Sequoias, onde Will muitas vezes o levou para passear.

A continuação do filme foi lançada esse mês, e eu já estou doida para ver. Assisti a esse filme sem muitas pretensões, pois as críticas que chegaram até mim não foram das melhores. Mas depois de pesquisar um pouco sobre o enredo, resolvi dar uma chance ao longa. E, para minha grata surpresa, ele se mostrou melhor do que eu podia ter esperado. A história de César é cativante, e confesso que fiquei apaixonada por ele desde o princípio do filme. As personagens enfrentavam seus próprios conflitos, e foi assim durante todo o longa, apesar de esses conflitos se entrelaçarem em várias etapas da trama. James estava maravilhoso, mais uma vez, e realmente me convenceu do amor que sentia pelo macaco César. Andy Serkis, ao meu ver, foi a maior surpresa do filme: eu nunca imaginei que alguém conseguiria interpretar com tanta realidade as expressões e sentimentos de um primata. Vale a pena assistir só para ver a incrível atuação desse cara. Os efeitos especiais merecem um capítulo a parte, pois foram estupendos, e me deixaram de queixo caído. Adoraria rever o filme em 3D.

Recomendo o filme, e mais do que isso: acho que todos deveriam realmente assistir. Apesar de não ser completamente fã do gênero ficção científica, o longa foi real demais, e a história me convenceu completamente, além de me envolver do início ao fim e me emocionar a cada nova cena. Para terminar, deixo aqui o trailer do filme legendado para vocês, na esperança de que não percam essa oportunidade por nada.




Espero que tenham gostado da indicação, e não deixem de assistir ao filme, pois ele realmente vale a pena. Até a próxima postagem.

Beijos 

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